Visualização e interacção de Learning Objects -contexto de formação profissional
- Estudo de caso no âmbito do projecto POLO da PT Inovação | Projecto em desenvolvimento no âmbito do Mestrado de Comunicação Multimédia, Universidade de Aveiro.

28 Outubro 2009

Publico hoje a acta da reunião a que fomos na PT Inovação no passado dia 22. Esta reunião serviu principalmente para definir melhor os contornos dos projectos (meu e da Andreia) que deverão ser projectos "paralelos", focando-se cada um numa vertente específica de um mesmo projecto maior (já em desenvolvimento na PT Inovação).

Assim, a acta reza o seguinte:

 

No dia 22 de Outubro de 2009, deslocámo-nos à PT Inovação para nos reunirmos com os professores Arnaldo Santos e Luis Pedro com o objectivo de definir os projectos de investigação.
Após uma fase inicial em que se discutiram questões mais práticas, partiu-se para a apresentação de alguns projectos, já em desenvolvimento na PT Inovação, nos quais nos poderemos integrar.
Um dos projectos apresentados foi o POLO - portal de Learning Objects, que permite criar L.O. multimédia, forma automática e semi- automática integrado com LMS, LCMS e KMS. Neste contexto, um L.O. consiste numa unidade mínima com introdução/objectivos, desenvolvimento (actividades pedagógicas), síntese e questionário. Estes objectos de aprendizagem podem ser agrupados e reutilizados para constituir percursos de aprendizagem adaptados às necessidades dos formadores e formandos. Foi também abordado o conceito de rapid learning e a sua pertinência no contexto do projecto POLO e das necessidades das empresas.
Num contexto de utilização mais específico, o POLO será um portal onde se disponibilizam conteúdos de aprendizagem que o utilizador poderá pesquisar, catalogar, visualizar, de acordo com os seus interesses/ necessidades. Do ponto de vista do formador, o POLO disponibiliza um modo semi-automático de agregação de recursos, funcionando como editor de conteúdos multimédia para web.
O projecto irá então incidir em duas vertentes: a do formador e a do formando.
A nível das funcionalidades disponíveis para o utilizador-formador, pretende-se tornar o método de templating existente o mais flexível possível, para personalizar o modo de visualização e interacção de conteúdos.
Em relação ao utilizador-formando, as questões a resolver são ao nível da forma de navegação no portal de conhecimento e na personalização do seu ambiente de auto-aprendizagem. Pretende-se a construção automática do perfil do formando, com base nos conteúdos
acedidos, possibilitando a sugestão de outros percursos/conteúdos que se enquadrem nas suas áreas de interesse.
Falou-se ainda de outros projectos relacionados com o POLO, nomeadamente ECEL, PEGAC e PEGECEL. Foi também referido como ponto importante o facto de ser necessário conceptualizar soluções tendo em atenção as limitações tecnológicas do projecto POLO.
As soluções desenvolvidas deverão ser posteriormente aplicadas aos conteúdos de Elearning já existentes em áreas da PT Inovação, como NOSIS, NETBAND e NGIN.
A nível de pesquisa teórica a realizar para preparar o estudo, foi recomendada a investigação dos vários paradigmas de interacção para cada tipo de sistema ou portal.
Como conceitos-chave retemos:
- auto-estudo
- auto-aprendizagem
- auto-formação
- conteúdos multimédia
- interacção/navegação conteúdos web
- flexibilização e personalização

 

 

Esta acta foi escrita em conjunto com a Andreia, pelo que será provável encontrarem um post muuuito parecido com este no blog dela! ;)



17 Outubro 2009

decidi ser proactiva: fui a biblioteca!

 

agora vamos ver se a proactividade se estende à leitura....

(e com isto tudo até merecemos uma foto ;)

 


16 Outubro 2009

Os dois links dados pelo professor descrevem dois tipos de metodologias (muito diferentes) utilziadas para avaliar jogos ou conteúdos interactivos.

 

 

 

qual o problema?

tanto num caso como no outro, o problema a resolver é a recolha de dados sobre a utilização de determinado conteúdo interactivo (website ou jogo) do potno de vista do utilizador

 

metodologia normalmente utilizada?

reunir os participantes do estudo e "forçá-los" a jogar/utilizar o prototipo durante tempo determinado; as opiniões são depois recolhidas sob forma de perguntas, em questionarios, entrevistas ou reuniões

 

problemas nessa metodologia?

os participantes acabam por ficar inibidos e pouco confortáveis com a situação (que é bastante diferente da sitaução em que habitualmente utilizariam este tipo de recursos- em casa, confortáveis), o que condiciona a sua experiência de utilização

 

nova abordagem metodológica?

o segundo caso apresentado é uma nova abordagem metodológica, já que tenta recriar o ambiente confortável em que habitualmente se joga, recolhendo de forma pouco invasiva/condicionante as opiniões e feedback dos participantes (gravação das suas expressões faciais, dos seus comentários e do seu percurso de jogo); a aplicação de pequenos questionários, que podem ser respondidos de forma rápida e em qualquer momento de pausa do jogo, permite também a recolha de dados mais concretos, sem "maçar" os utilizadores.

 

resultados

os casos apresentados parecem ser descritos de forma pouco imparcial: o primeiro não funciona, o segundo é "fantástico"! Parece-nos bastante discutível, já que dependendo dos produtos a analisar e do tipo de utilizadores, tanto uma metodologia como a outra poderão ser aplicáveis.

 

Grupo de discussão : Alexandra Moedas (que ainda vai a conduzir para Beja) e Sofia Geitoso.

 

E bom fim-de-semana (o possível)! ;)

 


09 Outubro 2009

Correndo o risco de repetir coisas já ditas nos post anteriores, vou tentar, dentro do possível reponder às questões lançadas na última aula de proj_seminario:

 

Porque escolhi esta temática?

Para começar, e sendo sincera, porque me pareceu uma muito boa oportunidade profissional >> trabalhar com a PT inovação.

Além disto, das áreas abordadas nas várias disciplinas dos semestres anteriores, a questão do ensino/aprendizagem através de conteúdos multimédia foi das que mais me interessou, já que relaciona questões muito funcionais de interface com questões gráficas e visuais, e tendo como pano de fundo o ensino e a capacidade de passar conhecimentos de forma eficaz, interessante e apelativa.

A possibilidade de criar novos paradigmas de aprendizagem, novas formas de passar conhecimentos, explorando os recursos Web e multimédia disponíveis soa-me muito aliciante.


Qual a pergunta de partida da minha investigação?

(Não sei ao certo.../muito indefinida) Tentativas:


- Que rumo dar aos conteúdos de e-Learning? Como melhorar, evoluir, chegar ao próximo “degrau”?

- De que forma podem os cenários dos ambientes e-Learning influenciar (negativa ou positivamente) os formandos?

- Como construir cenários e-Learning para todos os formandos? (questões de personalização e de facilidade de apreensão das ferramentas)

 

Que título daria neste momento à minha investigação?

- Novos cenários e modos de interacção em contextos de auto-aprendizagem/e-Learning.

- Importância dos conteúdos multimédia para uma maior motivação e interesse por parte dos formandos.

- E-learning: ensino de todos para todos (esta não, foi só o devaneio poético das 00:23)

 

Gonna do’s

- Aprofundar muito os meus conhecimentos teóricos sobre e-Learning e auto-aprendizagem

- Começar cedo (tendo em conta este início já tardio) a escrever e apontar raciocínios/ideias importantes>> o que fica escrito já não nos “foge”

- Navegar muito e pesquisar muito na Web, ver muitos sites, muitas ideias, muitos modos de interacção, muitos cenários e ambientes virtuais >> conseguir com isto ficar com uma ideia do que se faz de melhor (e quiçá de pior) por esse www fora

- Aprender umas coisas de flash.....

(e entretanto esta lista há-de ir crescendo)

 

Not gonna do’s

- exagerar (seja em trabalho ou em preguiça)

 

Perhaps i’ll do

- aprender flash a sério

- descobrir que é nesta área que quero continuar a trabalhar

- participar  nalgum projecto real que dê frutos dos quais me orgulhe J

 

Don’t have clues

- como conciliar a parte + teórico-académica com o estágio

- como sobreviver se a bolsa for mesmo o que está falado (!)

- ...

 

Por agora não sei mais...quando tiver mais informações comunico. 


09 Outubro 2009

 

(O título deste post era o "publicitado" aquando da escolha dos projectos. Partindo dali, será possível encontrar o meu projecto.)

 

Apesar de ainda não estar muito claro para mim o que será na realidade este projecto penso que já posso fazer uma tentativa de o explicar.


O projecto será desenvolvido em parceria com a PT inovação, pretendendo aprofundar-se o estudo e o desenvolvimento de conteúdos na área do e-Learning, mais propriamente dos seus cenários e modos de interacção.

 

Penso que devo começar por questionar os paradigmas existentes: porque é que os ambientes de e-Learning são o que e como são? Se será esta a melhor forma, ou se se encontram à partida pontos a melhorar? Que condicionantes conduziram ao que existe? Quais as vantagens e desvantagens do tipo de plataformas e ambientes de e-Learning que existem actualmente?

 

Para conseguir responder de forma informada a estas questões terei que recolher informação muito directa e objectiva sobre o tema:

-       - definir conceitos importantes (aprendizagem, ensino, ensino à distancia, e-Learning, bLearning, apredizagem colaborativa vs auto-aprendizagem, interface, interacção, Web 2.0, LMS, etc..

-       - classificar os vários tipos de recursos existentes, sejam mais ou menos direccionados para o e-Learning (plataformas, fóruns, wikis, blogs, conteúdos multimédia, serious games, mundo imersivos, etc)

-       - perceber que ferramentas disponíveis na Web 2.0 são ou não utilizadas e quão eficiente é essa utilização

 

Assim, depois de todas estas questões terem resposta devo conseguir:

-       - avaliar a eficiência das ferramentas que já existem

-       - perceber fragilidades e espaços de melhoria

-       - e aí sim, definir as questões a abordar/resolver/investigar mais aprofundadamente.

 

Outras questões e pontas soltas (que não convém deixar fugir):

-       - Existem actualmente muitas ferramentas utilizadas para o ensino/aprendizagem à distância, no entanto nem todas estão adaptadas à Web 2.0

-       - Poder /permissões dos formandos para criar e introduzir conteúdos que possam servir a outros formandos

-       - Personalização e adaptabilidade do ambiente de trabalho

-       - Pensar a nível gráfico e visual sem descurar (nunca) a usabilidade

-       - Responsabilidade inerente à maior participação dos formandos (questões de acesso/classificação de conteúdos)

 

E bom..fico com a ideia de que falei, falei mas não adiantei grande coisa..de qualquer forma, mesmo que um pouco redundantes já são algumas ideias que poderão servir como ponto de partida para tudo o resto. Espero.


09 Outubro 2009

Olá. São duas estreias:

 

Finalmente vou escrever (mais ou menos) a sério num blog e finalmente vou começar a construir o projecto de dissertação que me vai acompanhar durante os próximos meses..

 

Bom, devo avisar que a minha escrita consegue ser bastante confusa e em forma de círculo (mesmo), principalmente quando ainda são só ideias e pouco definidas, mas espero que, com o avançar da história isto se componha e os raciocínios e escrita vão ficando cada vez mais claros.

 

Vou começar.

 

 


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